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Várias marcas de automóveis, e não só, trabalham para a disponibilização comercial a curto prazo de veículos que se conduzem sozinhos. A generalização deste tipo de transporte, algo que neste momento parece inevitável, vai representar uma revolução no transporte pessoal principalmente ao nível da segurança. Só que conduzir não é uma tarefa eticamente inócua e o surgimento de máquinas autónomas vai colocar um conjunto de desafios não só éticos mas também jurídicos e sociais.

 

Poderão existir situações em que a máquina terá que optar, por exemplo, entre proteger os ocupantes que transporta ou proteger outros utilizadores da via. Sabendo as marcas que os seus clientes são quem compra os automóveis provavelmente que consideram prioritário a defesa da vida de quem viaja no veículo. Eticamente seria mais correto que a máquina desse prioridade à solução que causasse menos danos, independentemente de colocar em risco os ocupantes do veículo para, por exemplo, proteger um grupo de ciclistas que circulasse na estrada. Nesse aspeto a reação de um condutor humano pode variar. É uma decisão instintiva, tomada em décimos de segundos, sobre se tenta evitar o atropelamento colocando em risco a sua vida. Mas a máquina vai reagir de acordo com um algoritmo previamente definido. E esse algoritmo tem decisões do campo da ética, terá que decidir que vidas vai tentar proteger primeiro.

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