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Quando se está doente é que se percebe como é boa a vida quando se tem saúde. Mas assim que nos curamos da nossa indisposição, logo deixamos de dar valor a estarmos de saúde, para no embrenharmos em preocupações, problemas e ansiedades verdadeiramente inconsequentes. Com a vida é igual. Só não digo que depois de mortos é que lhe vamos achar que não lhe demos o devido valor, porque, como tudo parece indicar, depois de mortos o achar já não nos assiste.

 

Não conseguimos valorizar o simples facto de existirmos. E sabemos, todos o sabemos, que não vai durar para sempre. Como nos podemos dar ao luxo de desperdiçar um único segundo que seja deste privilégio? O facto existirmos o, a extrema improbabilidade de estarmos vivos e conscientes da nossa existência, deveria ser, per si, o único motivo que precisamos para estarmos felizes. Existir é tudo o que precisamos. 

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