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Por a riqueza das nações, o Produto Interno Bruto, não ser um indicador útil para atestar o verdadeiro nível de bem-estar e qualidade de vida das suas populações existiram várias tentativas de desenhar indicadores que possam refletir de forma fiável e objetiva o que verdadeiramente importa: a felicidade dos indivíduos. As Nações Unidas aplicam um conceito mais abrangente, mas ainda assim redutor, que é o Índice de Desenvolvimento Humano, que consiste na média geométrica de três dimensões: a longevidade, o tempo de ensino, e o rendimento.

 

O termo Felicidade Interna Bruta foi criado pelo rei do Butão nos idos de 1972, e pretendia ser uma resposta às críticas dos economistas sobre o seu país, centrados apenas em números e no crescimento económico, para quem queria construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada em valores espirituais budistas.

 

A Felicidade Interna Bruta seria um indicador para valores como a educação, a inclusão social, valores culturais, respeito pelo meio-ambiente e crescimento sustentável, saúde, tempo livre, lazer e desporto, igualdade entre géneros e liberdade.

 

No espirito deste tempo, em que os “mercados” ditam as suas regras e todos somos meros números, sempre a ser reduzidos a consumidores acéfalos, é importante nunca esquecer quais as verdadeiras prioridades.

 

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