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Vivemos numa era em que a informação é uma matéria-prima com um valor incalculável. O volume astronómico de informação que constantemente fornecemos é colocado ao serviço de poderosos algoritmos que se dedicam a minerar, depurar e lapidar a informação até se obterem preciosas pepitas. Algoritmos cada dia mais poderosos, alimentados cada vez com mais informação que nós fornecemos voluntariamente e a custo zero, conseguem literalmente saber mais sobre nós do que nós próprios. Conseguem antecipar os nossos movimentos, saber o que estamos a pensar comprar, o que vamos necessitar em breve, para onde nos deslocamos e qual o caminho que escolhemos, se estamos de saúde ou doentes, felizes ou tristes. Enfim, basicamente tudo. E com que objetivo? Fundamentalmente consquistar tempo da nossa atenção para nos vender algo.

 

Os dados são o novo petróleo e esta matéria-prima é fornecida por nós, voluntariamente e gratuitamente, numa troca não explícita por aplicações que colocamos nos nossos smartphones que nos acompanham para todo o lado e com acesso a todas a informação que neles guardamos. Coletivamente comportamo-nos como os indígenas das américas que com a chegada dos primeiros conquistadores europeus trocavam o seu ouro por contas de vidro sem valor.

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