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O silêncio é hoje o derradeiro luxo. E neste contexto silêncio significa o silêncio externo, o silêncio da ausência de sons que constantemente nos interrompem, mas também o silêncio interior, o silêncio que que é gerado pela nossa mente. O silêncio, exterior e interior, é hoje algo que a maioria de nós desconhece, teme e que não está apto para usufruir.  Confundimos ruído com actividade. Aumentamos o ruído com medo do que o silêncio nos pode dizer. Tudo, absolutamente tudo, o que a nossa mente processa é ruído e cabe-nos a nós aprender a arte de filtrar esse ruído para conseguir usufruir do que é verdadeiramente importante. E só o silêncio nos pode ensinar o que é importante.

 

Fantasy, reality, dreams, memories. It’s all the same. Just noise.

 

"Ghost in the shell", filme de 2017 realizado por Rupert Sanders baseado na obra de Masamume Shirow

 

No entanto, falar é precisamente o que o silêncio deve fazer. O silêncio deve falar, e nós devemos falar com ele, de modo a aproveitarmos o seu potencial.

 

"Silêncio na Era do Ruído", Erling Kagge 

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