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Qual será o motivo de que a tristeza, a ansiedade ou, porque não, o medo, se sentir como um aperto, um peso constante, na zona peito? Sabemos bem que não são os pulmões, o estômago, os músculos ou até mesmo o coração os guardiães dos nossos sentimentos. O que sentimos é somente produzido pelo cérebro, existe somente no cérebro, mas, estranhamente, é no corpo que se revela.

 

Li recentemente que os egípcios na antiguidade quando embalsamavam os corpos guardavam todos os órgãos menos o cérebro, por considerarem que não era importante. E sabemos também que o cérebro é o único órgão do nosso corpo que não sente dor, os neurocirurgiões conversam com os seus doentes durante as operações ao cérebro.

 

É curioso ser o cérebro a origem de todos os sentimentos e de todas as dores e, no entanto, estar imune a elas. E assim sendo, não pode existir verdadeira separação entre o cérebro e o corpo, entre o físico e a alma. É este o Erro de Descartes a que António Damásio se refere.

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