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Todos nós descendentos de uma linha de vida, que desde da origem da vida na Terra conseguiu com sucesso reproduzir-se e que a sua descêndencia tivesso também sucesso na reprodução. É inevitável assim que tenhamos em nós uma forte propensão para a reprodução. Os nossos filhos são a única hipótese de imortalidade.

 

A paternidade é um terramoto no nosso posicionamento perante o mundo. A  vida, o  conforto e a  segurança só interessam em função do que isso pode significar na qualidade de vida dos filhos. Ser-se pai é mudar a perspectiva de vida, é sair-mos de dentro de nós, e recentrar a nossa existência. Abandonamos o nosso egoísmo evolutivo, o Eu deixa de ser o centro de tudo e transferimo-lo para a nossa descendência, que inevitavelmente, será a única marca que vamos deixar para o futuro.

 

 

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