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rua do imaginário

Porque existe algo em vez do nada?

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rua do imaginário

10
Nov15

Ignorância e felicidade II

 

Ainda a propósito da Ignorância e Felicidade, se em termos teóricos a ignorância nunca pode ser considerado um meio ético para se chegar a um fim, há situações concretas que definem zonas cinzentas onde a aplicação cega desta regra levanta graves dificuldades. Mas em última instância será sempre a ética a definir o que é correto.

 

Um exemplo: vamos supor que, hipoteticamente, a NASA detecta um asteróide em rota de colisão com a Terra, com elevada probabilidade de impacto, sem existirem possibilidades de ser destruído ou desviado, cujo impacto teria consequências castratóficas  em todo o planeta mas sem se conseguir determinar geograficamente o local do impacto. Teria a NASA a obrigação ética de divulgá-lo ao mundo ou de o esconder?

 

Ambas as respostas teriam argumentos solidos para as sustentar. Nesta zona cinzenta só a ética nos pode ajudar na decisão, e utilizar a ignorância para se atingir determinados fins nunca poderá ser avaliado como uma solução éticamente irrepreensível.

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