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Algo que me surpreendeu enquanto pai de uma adolescente é a reduzida capacidade de influenciar o comportamento de um filho que está ao alcance de um pai ou mãe. À priori estava à espera de ter maior poder de influencia, mas aprendi que ser pai não é um trabalho de construção, é fundamentalmente um acompanhamento. Um filho é, a partir de certa idade, um ser autónomo, com personalidade própria. Não é, em momento algum, um molde de barro que pode ser moldado de acordo com as preferências do seu progenitor. A sua personalidade só a ele lhe pertence, e será inútil e prejudicial qualquer tentativa de interferir nela. O que um pai pode fazer é orientar e aconselhar, mas com reduzido poder de modificação. E sabemos que um adolescente tem mesmo que fazer erros para aprender: a adolescência é o tempo para errar. Os maiores perigos residem em se cometerem os erros e nada se aprender com eles ou em não se cometerem os erros na adolescência e fazê-lo mais tarde, quando se tornam mais perigosos.

 

Então, o que sobra a um pai preocupado? O que sobra é, acima de tudo, comunicar os nossos valores e o exemplo da nossa vida.

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