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rua do imaginário

Porque existe algo em vez do nada?

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rua do imaginário

09
Out20

N221

Retomamos viagem, circulando agora na fabulosa N221. O troço desta estrada entre Freixo de Espada à Cinta e Barca D’Alva é simplesmente maravilhoso, pelo traçado das curvas, pela beleza panorâmica, pelo puro prazer de viajar de mota. Parte deste troço de estrada acompanha as curvas do rio Douro, com uma vista fabulosa sobre o rio e sobre os montes selvagens do outro lado da fronteira. Foi com a sensação de ter terminado depressa demais este percurso que atravesamos, pela última vez nesta viagem, o rio Douro que foi nossa companhia intermitente nos últimos dias. Entramos em Barca D’Alva, deixando Trás-os-Montes para trás nesta viagem.

 

Devido ao facto de no dia anterior termos jantado num restaurante chamado “O Lagar” em Torre de Moncorvo veio-nos à memória uma recomendação de que em Escalhão havia um restaurante chamado “Lagar” que não podíamos deixar de experimentar se por lá passássemos. Ora, como já não estávamos longe de Escalhão, apesar de a hora para almoçar já ir bastante adiantada, decidimos passar por Barca D´Alva sem parar para ir diretos ao recomendado “Lagar” de Escalhão.

 

Assim que arrivamos a Escalhão dirigimo-nos de imediato ao restaurante mas, para  nossa surpresa, encontrava-se fechado para férias. Não só esse restaurante como também o único outro restaurante existente na localidade. A alternativa seria regressar a Barca d’Alva ou seguir para Figueira de Castelo Rodrigo para procurar quem nos servisse um almoço, mas a hora já ia adiantada e o mais certo seria que quando chegássemos a qualquer um desses destinos já os restaurantes estariam fechados para almoços. Não houve alternativa que abancar numa esplanada à beira da estrada N221, mesmo junto a mais uma imponente igreja totalmente desprocionada para o tamanho da localidade de Escalhão, e acabámos por almoçar o que por ali havia, umas sandes de queijo e umas minis.

 

Depois do petisco no Escalhão seguimos viagem, com passagem por Figueira de Castelo Rodrigo. Este foi o ponto da viagem onde a nossa rota se cruzou, pois alguns dias antes passámos neste mesmo local na nossa ida para norte. Seguimos agora em rota para sul e, apenas com uma breve paragem em Pinhel para conhecer o centro histórico e beber umas águas refrescantes, o dia terminou já junto ao sopé da Serra da Estrela, na bonita vila de Belmonte.

 

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Castelo de Belmonte

 

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Rua da antiga judiaria de Belmonte

 

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Fim de tarde com vista para a Serra da Estrela

 

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