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Rio Águeda, 2018 

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Pateira de Fermentelos, 2018

 

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De todos os nossos bens materiais nenhum será mais pessoal, íntimo e único do que a biblioteca formada pelos livros que vamos comprando ao longo da vida. Os livros revelam os nossos interesses, os nossos gostos pessoais, as nossas preocupações, o nosso sentido estético e também revelam a sua evolução ao longo dos anos. A biblioteca é um ADN, único de cada um de nós, onde os genes são livros. Uma biblioteca é algo de tão íntimo, que na verdade só é importante e faz sentido para quem a construiu.

 

Por este motivo não posso deixar de sentir um certo aperto de tristeza quando vejo os livros à venda nos alfarrabistas. Aqueles livros, que  já foram um pouco da identidade de alguém, provavelmente adquiridos ao longo de anos e com sacrifício. E quando, após a sua morte, se desmantela e se vende avulso a sua biblioteca, ao contrário de qualquer outro bem, está a vender-se um pouco da definição única de um ser vivo que para sempre de perderá.

 

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Guincho, Janeiro 2017

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Lisboa, 2018 

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Águeda, 2017

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Lisboa, 2017

 

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Lisboa, 2017

 

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Lisboa, 2017

 

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Montanha

27.09.17

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Senhora da Graça, 2017

 

Há poucos locais neste mundo com maior dignidade que a montanha. A montanha tem uma beleza intrínseca que emana da sua natureza, uma magnanimidade agreste que simultaneamente nos assusta e atrai. Existe numa escala temporal que não é a nossa e recorda-nos de como somos efémeros. Gerações passam e a montanha permanece imutável. Na montanha é a montanha que dita as regras, tudo o resto, o Homem incluído, tem que se vergar perante a sua superioridade e reconhecer a sua própria insignificância. E isso é belo.

 

 

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