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rua do imaginário

Porque existe algo em vez do nada?

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rua do imaginário

30
Set20

Torre de Moncorvo

Depois de desfrutar, uma vez mais, das vistas assombrosas sobre este rio Douro selvagem mas tranquilo, dirigimo-nos para o nosso destino do dia, Torre de Moncorvo. No caminho fizémos somente uma breve paragem na vila de Mogadouro (e cá está outra palavra terminada no sufixo “-douro”, embora neste caso, pelo que pesquisei, parece ser obscura a origem e o significado do nome da localidade) para um momento de descanso e uma visita ao seu castelo.

 

Foi entre Mogadouro e Torre de Moncorvo que o GPS nos sugere  mais uma rota alternativa, uma estrada regional que serve a aldeia de Estevais. Por esta altura já tinhamos desistido de contrariar as sugestões do GPS e seguimos sem protestar as suas indicações, apesar de para isso irmos abandonar a excelente IC5 onde seguiamos, que certamente nos levaria num ápice ao nosso destino. Mais uma vez, a indicação revelou-se uma estrada perdida e maravilhosa, sem qualquer trânsito, imensas curvas e contra-curvas e esplendorosas paisagens sobre o planalto ondulado. Sempre um deleite para quem viaja de mota.

 

Torre de Moncorvo é uma vila com um centro histórico interessante centrado na sua majestosa igreja matriz. De novo encontramos uma igreja com uma imponência desproporcionada para a dimensão da pequena vila, algo que é comum em terras transmontanas, sinal da histórica religiosidade destes povos e de alguma competição entre localidades. Infelizmente, como nos aconteceu também noutros locais, não nos foi possível visitar a igreja por se encontrar fechada. Fora do centro histórico a vila parece ser pouco característica, com casas e prédios indiferenciados e um ordenamento algo confuso. Levou-nos algum tempo a encontrar o local onde iríamos dormir essa noite, mas depois de algumas voltas, e de termos passado nesse local várias vezes, lá o conseguimos descortinar. Nesse dia fomos jantar ao “O Lagar”, restaurante típico, bastante agradável e de boa comida. Curiosamente também não foi nada fácil de encontrar o restaurante, busca que nos fez vaguear meio perdidos nas ruas de Moncorvo em redor da igreja. Ainda não o sabiamos, mas seria esse jantar em “O Lagar” a causa indireta para no dia seguinte ficarmos sem almoço, mas isso é outra história.

 

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Castelo de Mogadouro

 

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A impressionante igreja matriz de Torre de Moncorvo

 

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Pormenor das gárgulas da igreja matriz de Moncorvo

 

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